Sexta-feira, 20 de Fevereiro de 2004

Como fazer durar um amor...

"Uma mãe e uma filha estavam a caminhar por uma praia. Num certo momento, a menina perguntou:
- Mãe, como se faz para manter um amor?
A Mãe olhou para a filha e respondeu:
- Pega num pouco de areia e fecha a mão com força!
A menina assim fez e reparou que, quanto mais forte apertava a areia na mão, com mais velocidade a areia se escapava!
- Mãe, mas assim a areia cai...
- Eu sei, mas agora abre completamente a mão...
A menina assim fez, mas veio um vento forte e levou consigo a areia que restava na mão.
- Assim também não consigo mantê-la na minha mão!
A Mãe, sempre a sorrir, disse-lhe:
- Minha filha, agora pega outra vez num pouco de areia e mantem-na na mão semiaberta como se fosse uma colher... bastante fechada para protegê-la e bastante aberta para lhe dar liberdade.
A menina experimenta e vê que a areia não se escapou da mão e está protegida do vento.
- É assim que se faz durar um amor..., respondeu a mãe!"

Enviaram-me por mail... e resolvi colocar aqui:-)
publicado por floreca às 06:47
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12 comentários:
De Anónimo a 25 de Fevereiro de 2004 às 10:23
Percebi o que quiseste dizer, Paulo. Por norma, não lamento o dia de ontem, o que fiz, fiz, está feito. Há uma coisa ou outra que teria mudado, se soubesse o que sei hoje, mas... nada a fazer. O passado serve-me como base para o futuro, só isso.floreca
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De Anónimo a 25 de Fevereiro de 2004 às 09:16
Quando digo para esquecer o dia de ontem, faço-o no sentido de deixarmos de pensar naquilo que poderia ter sido e não foi, no que poderia ter tido e não tive... Apenas isso. Concordo que as experiências e memórias sejam importantes... no fim de contas nós somos o produto desse conjunto de emoções.Paulo Ferreira
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(mailto:Pauloferreira214@hotmail.com)


De Anónimo a 23 de Fevereiro de 2004 às 19:53
Olá Paulo:-) Gostei daquilo que escreveste, só não concordo que se deva esquecer o dia de ontem. As nossas experiências e memórias são importantes para a nossa vida futura, já que com elas aprendemos algo, bom ou mau... quanto ao resto, amar sim, amar muito... da melhor maneira que cada um de nós souber:-)floreca
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De Anónimo a 23 de Fevereiro de 2004 às 17:58
O amor acontece naturalmente. Não acredito em amor à primeira vista nem conseguiria dizer amo-te passado 3 meses!! Acima de tudo tem de existir, entre duas pessoas, respeito, consideração, e estima. A partir daqui tudo é permitido, e o amor acontece naturalmente. Amem, seja de que forma for, seja quem for, seja o que for. E por mais que possam sofrer, esse sofrimento torna-nos mais fortes e mais sábios. Não se escondam do mundo, não tenham medo de sofrer, há que manter o coração aberto por forma a alguém que queira entrar... e ficar. Vive-se um dia de cada vez, esquecendo o que aconteceu ontem, nem pensando como vai ser o dia de amanhã. Respirem o dia de hoje, vivam o mundo que têm, sintam o calor das emoções do momento... o amor é isso tudo. Um abraçoPaulo Ferreira
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(mailto:pauloferreira214@hotmail.com)


De Anónimo a 23 de Fevereiro de 2004 às 03:07
eheheh Amante!!! E sabes viver sem sentires que alguém te ama? Eu não consigo... floreca
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De Anónimo a 23 de Fevereiro de 2004 às 02:46
Faz, faz todo o sentido, por isso fujo a sete pés do Amor... Amante...Amante...
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(mailto:lisbonlatin@hotmail.com)


De Anónimo a 20 de Fevereiro de 2004 às 17:44
Boa tarde aos três, obrigada por terem respondido. O Amor é o mais estranho dos sentimentos, creio eu. É fácil amar, ou melhor, é fácil sentir que amamos alguém... mas é tão difícil manter uma relação baseada no amor!!! Quando amamos, o nosso egoísmo ainda vem mais ao de cima... queremos o ser amado ao nosso lado, queremos que nos ame acima de todas as coisas... por vezes, queremos "corrigir" os seus "pequenos defeitos", tentando moldá-lo ao nosso gosto... Um dia, quando reparamos, já não temos a mesma pessoa ao nosso lado, de tal forma a tentámos modificar e lhe transformámos os sonhos... Faz sentido? Não sei bem... Hoje não estou muito racional...floreca
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De Anónimo a 20 de Fevereiro de 2004 às 16:50
Os ciúmes são naturais, desde que não sejam obsessivos. É o nosso instinto de posse. Dão chama a uma relacionamento. Mas as pessoas precisam SENTIR-SE livres, para olhar para outras pessoas, pensar nelas, quiça sentirem-se atraídas por elas. É normal!
Porém, uma alma livre, volta sempre ao destino que ama e nunca trai esse destino. A liberdade é a possibilidade de agirmos de acordo com o nosso livre arbítrio, com o qual nascemos e morremos.
Beijinhos. Kioko
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(mailto:kioko_koizo@hotmail.com)


De Anónimo a 20 de Fevereiro de 2004 às 14:44
Gostei muito floreca. é quase a antitese dum post que eu pus nos ultimos dias. beijinhossonia
(http://horasnegras.blogs.sapo.pt)
(mailto:soniadealmeida@sapo.pt)


De Anónimo a 20 de Fevereiro de 2004 às 14:39
Gistei da parábola, Floreca. Os ciúmes são, muitas vezes, a imagem dos nossos medos mais fundos, projectada no écran mágico do nosso descontentamento. tantas vezes camufaldo...E têm a ver connosco, não necessariamente com as características do seu objecto.Ofélia
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(mailto:ledamadrugada@yahoo.com)


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